Uma vez eleita em 2026, a nova gestão implantará imediatamente o projeto De Volta Para Casa.
Um programa estruturado para:
• Gerar empregos permanentes e de qualidade;
• Trazer de volta os amapaenses que migraram;
• Reverter o êxodo por falta de oportunidades;
• Reconstruir o pertencimento ao nosso Estado;
Hoje, muitos filhos do Amapá estão fora — lutando pela sobrevivência. Isso não é escolha. É necessidade. Isso vai mudar.
O ambulante; o pequeno empreendedor; o trabalhador informal: Eles sustentam o Amapá. E serão prioridade!
Como medidas de apoio a essas pessoas, queremos dar:
• Apoio direto dentro do governo;
• Reinvestimento (cashback) para o Micro Empreendedor Individual (MEI);
• Redução de custos sobre insumos;
• Incentivo ao micro e pequeno negócio;
• Reconhecimento por produtividade.
Microcrédito - incentivo ao micro e pequeno empresário:
O governo paga o fornecedor e dá prazo para o pequeno empreendedor. Ao quitar, o crédito dele aumenta. Crescimento contínuo, reinvestimento no negócio, ascensão social com geração de renda e, quiçá, emprego também.
Fim da precariedade - chega de improviso, chega de instabilidade! Vamos garantir:
• Oportunidades contínuas;
• Estruturas permanentes;
• Apoio à formalização;
• Menos burocracia.
É hora de transformar esforço em prosperidade.
As delegacias sociais são oportunidades para mitigar e tentar evitar que situações do cotidiano familiar avancem para estágios severos antes mesmo de se tornarem crimes. Muitas episódios de violência podem ser evitados se houver acompanhamento especializado que identifique problemas emocionais, psicológicos, de dependência (seja alguma substância ou emocional).
O projeto se sustenta sobre 03 pilares, envolvendo basicamente a sociedade civil, chamando para perto das famílias pessoas que podem atuar prestando auxílio profissional e diagnósticos. Assim, abre-se a oportunidade de agir na prevenção e contenção de situações críticas antes que elas desenrolem e se tornem casos de violência física, crimes, etc.
O apoio e acompanhamento às famílias será dado por estudantes de universidades públicas que desejem fazer um estágio e contabilizar horas de complementares. Há espaço para alunos de cursos na área do direito, psicologia, assistência social, entre outros. Assim, tanto a população receberá ajuda especializada, como discentes poderão colocar o aprendizado em prática;
Há espaço também para igrejas auxiliarem o Estado nessa ação por meio da sessão do espaço físico -salões sociais e salas de apoio que durante boa parte da semana ficam inutilizados- para que o atendimento aconteça. Além disso, com a frequência dessas pessoas no ambiente eclesiástico há a oportunidade para que encontrem ali um posto de auxílio espiritual para si e suas famílias;
A polícia só é acionada caso haja alguma denúncia de crime ou ato que viole o código legal do Brasil. Do contrário, todo o processo de acompanhamento é feito por voluntários, sem que haja custo para o Estado com equipes ou estruturas.
Essa oportunidade ímpar para o Amapá não pode ser perdida, muito menos se tornar uma torneira de benesses apenas para a classe política que domina e loteia o estado há décadas. A principal proposta têm de ser reverter o dinheiro do pretróleo em avanços sociais e econômicos para toda a população amapaense.
Há casos no Brasil em que o aumento na arrecadação advinda da exploração do petróleo simplesmente não afetou positivamente a população, mantendo índices (como IDH e IDEB) baixos ou com pouco avanço. Não podemos permitir que o Amapá se torne um caso similar, pois fora do nosso país (como na Guiana, por exemplo) essa oportunidade dada pela produção petrolífera foi abraçada e gerou melhora na qualidade de vida de todos.
Cristina de Sousa Araújo, de 30 anos, é odontóloga e também formada em Técnica Agrícola. Natural do Vale do Jari, essa é a sua primeira disputa eleitoral e, um dos motivos pelos quais vem candidata, é em decorrência da atual situação dos agricultores amapaenses.
O Amapá não quer improviso. Quer coragem, verdade e mudança real!
O Amapá merece um governador de verdade.